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sábado, 31 de março de 2012

Israelenses testam “arma” contra câncer de próstata e de pâncreas


Tumor 
A empresa farmacêutica israelense Titan Israel Pharma está testando um composto avançado (chamado “TL-118”), desenvolvido pela Universidade Hebraica de Jerusalém, que bloqueia o fornecimento de sangue a células cancerígenas na próstata e no pâncreas. Nas primeiras experiências, ele se mostrou eficaz para combater tumores de pâncreas em camundongos e depois em cerca de 100 voluntários.
 
O diretor clínico Dan Goldstaub explica que a empresa utiliza uma nova abordagem: por meio de um processo chamado angiogênese, os tumores “recrutam” vasos sanguíneos de tecidos vizinhos. A terapia anti-angiogênese destina-se a quebrar esse processo por meio da interrupção do fornecimento de sangue. “Teoricamente, podemos tratar todos os tumores sólidos dessa maneira”, comemora ele Goldstaub. “No entanto, alguns tumores são mais suscetíveis à inibição da angiogênese e cada tumor usa diferentes mecanismos de angiogênese”.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Qual a causa de leucemia?

A causa exata da leucemia é desconhecida. Tal como acontece com outros tipos de tumores malignos, o tabagismo é considerado um fator de risco para a leucemia. Entretanto, muitas pessoas que nunca fumaram desenvolvem a doença, bem como muitos tabagistas também nunca a desenvolvem.

A exposição prolongada a substâncias químicas como benzeno ou formaldeído, normalmente no local de trabalho, é considerada um fator de risco para a leucemia, mas esse fator é responsável por poucos casos da doença.

A exposição prolongada à radiação é um fator de risco, embora este, também, seja responsável por poucos casos de leucemia. As doses de radiação utilizadas para fins diagnósticos, tais como imagens de raios-X e de tomografia computadorizada não são exposições prolongadas nem submetem o paciente a doses elevadas que possam causar leucemia.

Outros fatores de risco para leucemia:

• Quimioterapia prévia: A quimioterapia, particularmente alguns dos agentes alquilantes e inibidores da topoisomerase, usados no tratamento de alguns tipos de tumores malignos, estão associados ao desenvolvimento posterior de leucemia. É provável que a radioterapia aumente o risco para o desenvolvimento da leucemia quando associada a determinados agentes quimioterápicos.

• Vírus linfotrópico de células T humanas tipo I (HTLV-1): A infecção por esse vírus está associada à leucemia de linfócitos T.

• Síndromes mielodisplásicas: Neste grupo incomum de doenças hematológicas, o desfecho é invariavelmente um processo mielocítico agudo.

• Síndrome de Down e outras doenças genéticas: Algumas doenças causadas por alterações cromossômicas podem aumentar o risco de leucemia.

• História familiar: Parentes de primeiro grau (pais, irmão, irmã ou filhos) com leucemia linfocítica crônica aumentam o risco de outro membro da família desenvolver a doença 4 vezes mais em comparação aos indivíduos sem casos desse tipo de câncer na família.



São Paulo ganha novo Instituto do Câncer

O Estado de São Paulo ganhou nesta terça-feira, 10, um moderno centro público de pesquisa clínica em câncer, que permitirá quadruplicar número de estudos de novos medicamentos. A unidade fica no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) Octavio Frias de Oliveira, na zona sul de São Paulo, que acaba de ultrapassar a marca de um milhão de procedimentos na área.

Com cerca de 80 profissionais, centrífugas, geladeiras e poltronas especiais de quimioterapia, o setor de pesquisas clínicas do Icesp centralizará todo o trabalho realizado na instituição. Todos os processos terão ligação em um único local, melhorando o fluxo de informações e a qualidade dos estudos. Cerca de 240 pacientes participam a cada ano de estudos realizados pelo hospital. Com o novo centro esse número deverá ultrapassar 500.

O Icesp também ganha nesta terça-feira um hospital-dia com 22 leitos, para prestar atendimento e assistência aos pacientes que serão submetidos a procedimentos terapêuticos, pequenas cirurgias e aqueles que necessitam de observação de até 12 horas.

A unidade irá proporcionar melhor gestão dos leitos de internação clínica e cirúrgica, possibilitando ampliar o atendimento, além de permitir ao paciente permanecer mais tempo com a família.

Até o final deste ano o Hospital-Dia do Icesp passará a contar com mais 23 leitos, totalizando 45. O investimento no laboratório e no Hospital-Dia foi de R$ 2,1 milhões.



fonte: Estadão

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Cirurgiões do ES operam de graça em mutirão contra o câncer de pele

Centenas de pessoas foram operadas gratuitamente no mutirão para combater ao câncer de pele realizado neste neste sábado (17). Os pacientes atendidos foram selecionados na fila de espera dos hospitais públicos do espírito Santo. 70 médicos fizeram as cirurgias em 11 hospitais do estado.

Essa é a segunda vez que o mutirão é realizado no estado. O objetivo é atender cerca de 250 pacientes. O pedreiro Pedro Rogério esperou por muito tempo para retirar um tumor. "Isso me incomoda muito. Eu visto uma roupa e suja tudo, e como trabalho com construção, a situação estava piorando", disse.

O carpinteiro Francisco Ademar teve a oportunidade de retirar uma pinta do rosto. Por causa do trabalho, ele ficou muito exposto ao sol. Ele aprovou o mutirão. "A pinta começou pequena e foi aumentando. Aí o médico olhou e falou que precisava tirar", explicou o carpinteiro.

As cirurgias vão das mais simples às mais complexas. "Algumas são mais simples e outras precisam de um enxerto ou de fazer um retalho, que é uma cobertura mais sofisticada da lesão", explica o cirurgião plástico Ariosto Santos.

O movimento é de âmbito nacional. "Hoje, são cinco mil médicos atendendo em todo Brasil. Se cada um cirurgião operar um paciente, serão cinco mil pacientes beneficiados", afirma o médico José Renato Harb, que é o coordenador do mutirão no Espírito Santo.

Ex-miss Venezuela Eva Ekvall morre de cãncer


A ex-miss Venezuela Eva Ekvall morreu neste sábado (17) nos EUA de câncer de mama, doença que tinha desde 2010, segundo familiares. "Infelizmente o câncer teve a última palavra", confirmou o escritor Leonardo Padrón ao canal Globovisión. Eva tinha somente 28 anos.
Segundo o escritor, a atriz e apresentara enfrentou "uma longa batalha" demonstrando coragem extrama lutando contra o câncer. Eva estava em Houston, nos EUA.
Depois de ser diagnosticada com câncer, Eva questionou o uso da saúde como uma maneira de se conseguir beleza, e não para curar doenças. "Já sei o que se sente não ter um fio de cabelo", publicou a ex-miss em seu Twitter em março, depois de raspar a cabeça.
"Na Venezuela se investe muito dinheiro em ficar bela e não em saúde", disse na época.

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